Normalmente pensamos que terapeutas mais experientes são mais efetivos, certo? Porém, esse não é necessariamente o caso. A literatura científica tem revelado conclusões mistas a esse respeito, com alguns estudos destacando que o fator experiência não necessariamente implica em uma melhora contínua dos resultados terapêuticos. As habilidades interpessoais do terapeuta são mais relevantes do que a sua experiência para o sucesso do tratamento.
As competências e habilidades do terapeuta podem não evoluir automaticamente com o tempo. Muitos terapeutas atingem um “platô de competência” após um certo período de prática, a menos que busquem ativamente o desenvolvimento contínuo por meio de supervisão, feedback e treinamento especializado para aprimorar suas práticas.